quarta-feira, 2 de setembro de 2015

VAMOS NOS PERMITIR



































Imagens da Internet









Vamos nos permitir viver nossas fantasias
Despidas delas
De corpo nu e cara lavada
Numa entrega total
A uma fantasia tantas vezes fantasiada

Por Mary_Mariana de Oliveira...


Publicado anteriormente em:
http://comvocenomeucoracao.blogspot.com.br/2013/05/vamos-nos-permitir_2500.html

terça-feira, 1 de setembro de 2015

SOL DE PRIMAVERA





Foto Mary_Mariana de Oliveira





Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez

Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar

Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender

Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender

Beto Guedes




sexta-feira, 28 de agosto de 2015

ORAÇÃO DE GANDHI



Imagem da Internet



Senhor, ajuda-me a dizer a verdade
diante dos fortes
e a não dizer mentiras para
ganhar o aplauso dos fracos.
Se me dás fortuna, não me tires a razão.
Se me dás sucesso, não me tires a humildade.
Se me dás humildade, não me tires a dignidade.
Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda.
Não me deixes acusar o outro
por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.
Ensina-me a amar os outros como a mim mesmo.
Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo,
nem cair em desespero se fracasso.
Mas recorda-me que o fracasso
é a experiência que precede o triunfo.
Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza
e que a vingança é um sinal de baixeza.
Se não me deres o êxito,
dá-me forças para aprender com o fracasso.
Se eu ofender as pessoas,
dá-me coragem para desculpar-me.
E se as pessoas me ofenderem,
dá-me grandeza para perdoar-lhes.
Senhor, se eu me esquecer de Ti,

Nunca Te esqueças de mim.

MESMO QUE SEJA ESTRANHO

Imagem da Internet



Chega de mascaras, vamos colocar
o nosso eu a amostra.
Mesmo que seja estranho,
e nosso, e verdadeiro e inteiro...

Meu cabelo é meu,
a roupa que visto é gosto meu...
Meu jeito é estilo meu!
Estranho?
Esta sou eu!

Encaro a vida numa boa...
Boa energia de viver,
entre estranhos a se torna iguais,
num mundo de desiguais!

Por Mary_Mariana de Oliveira
Petrópolis-RJ



Publicado originalmente em: http://admiravelmisteriodeconviver.blogspot.com.br/2013/06/mesmo-que-seja-estranho.html

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A GARÇA

Desenho em grafite por Mary_Mariana de Oliveira
Garça Moura
Paquetá

Na imensidão do oceano
 A sua simplicidade se faz
Grandiosa e liberta
Onde tudo pode
No ir e vir
A nós só cabe observar
Tamanha beleza...

Mary_Mariana de Oliveira

Petrópolis-RJ

Desenho em grafite por Mary_Mariana de Oliveira

Garça Moura
Paquetá

terça-feira, 11 de agosto de 2015

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O AMOR É ROSA




Imagem da Internet


Eu sou branco. Você é vermelho.
Quando estamos juntos somos rosa.
Antes de eu conhecer você, eu não sabia o que era rosa.
Até que eu vivia bem sozinho:
comia o que e na hora que eu queria;
saía na hora quando bem entendia para ir ao lugar que tinha vontade de ir,
numa liberdade, independência e auto-suficiência.
Quando eu vi você, fiquei vermelho de paixão
e nem me incomodei com os meus brancos.
Até perceber-me que eu já não era mais o branco.
Foi quando o vermelho começou a me sufocar e então, brancamente, me protegi.
Mas às vezes eu me irritava e brigava com você.
No fundo, era porque você era vermelha e não branca igualzinho a mim.
Percebi-me em alguns variados momentos querendo mudar a sua cor.
Ainda bem que você soube permanecer-se vermelha, ter suas próprias emoções,
sentimentos, comportamentos e pontos de vista.
Caso contrário, você seria também branca.
Mas tive minhas reticências,
pois estava acostumado ao meu ritmo e modo de vida branco.
Temi perder minha individualidade.
Mas aos poucos fui descobrindo que o branco para se transformar em rosa
não é perder, desestruturar-se e desaparecer, mas é completar-se com o vermelho.
O rosa me atemorizou, mas hoje vejo quanto é gostoso conviver,
relacionar-me, amar e ser amada.
Dá mais trabalho porque nem tudo pode e deve ser feito brancamente,
mas sem dúvida tudo pode ser mais gostoso e rico com o vermelho.
Frequentemente, um bom lanche branco
não é tão agradável quanto um singelo jantar rosa.
Um mundo muito Cor de Rosa a todos....


Içami Tiba

quarta-feira, 29 de julho de 2015

SARAU DA CPI PETRÓPOLIS NO FESTIVAL DE INVERNO DO SESC QUITANDINHA 2015








VIDA VOCÊ NÃO É FÁCIL DE SER VIVIDA!










Vida você não é fácil de ser vivida!
Nas idas e vindas
tantas escolhas,
tantas portas que se abrem
com promessas mirabolantes
e tantas que se fecham
pelos egos inflamados.
Vida você não é fácil de ser vivida!
Em quem acreditar nesta vida de meu Deus?
Em um Deus bom ou um Deus ruim?
Só sei que é preciso acreditar em algo!
E preciso ter fé!
Muita fé para viver e não vegetar!
Vida você não é fácil de ser vivida!
Tantas escolhas que temos que fazer
a cada dia...
E nas escolhas as dúvidas e os medos
de estarmos no caminho errado.
O medo do julgamento alheio e de Deus.
Vida você não é fácil de ser vivida!
Por isso tudo o que posso fazer
para o meu bem
e o bem do meu bem conviver?

E ser eu
autentica e verdadeira.
E usar no meu dia dia
as palavras:
Por favor, me perdoe, sinto muito e eu te amo,
como forma de respeito a mim e ao próximo.
sem nenhuma conotação de inferioridade,
mas sim de igualdade e respeito.

Mary_Mariana de Oliveira

Petrópolis-RJ

domingo, 26 de julho de 2015

VÁ E VOLTE PARA MIM


Imagem da Internet


Vá curti a vida
Vá e volte
Pros meus braços
E neles experimente
Algo diferente
Algo verdadeiro
Algo autentico
Não quero ninguém virgem
De experiências
Quero-te na plenitude do teu ser
Do teu viver
Quero-te com tuas dores e tuas alegrias
Quero-te livre e  feliz
Quero-te na espontaneidade de cada encontro
Quero-te para viver este amor
A tanto sufocado
Dentro de mim...

Mary_Mariana de Oliveira

Petrópolis-RJ

terça-feira, 14 de julho de 2015

BOM DIA VIDA






Que maravilha amanhecer viva
Acorda com objetivo
Caminhar de encontro
Abraçar a dura realidade
Para conforta
Para transforma
Para simplesmente viver mais esta oportunidade
De ser feliz e fazer alguém feliz

Bom dia vida

Mary_Mariana de Oliveira
Petrópolis-RJ

sábado, 11 de julho de 2015

AMALIA RODRIGUES




Imagem da Internet





Fadista e atriz, Amália da Piedade Rodrigues nasceu em Lisboa, a 23 de julho de 1920, e faleceu, na mesma cidade, a 6 de outubro de 1999. Filha de beirões radicados na capital, foi deixada ao cuidado dos avós maternos quando os pais regressaram à Beira Baixa. Tendo tido, ainda muito nova, várias ocupações - desde bordadeira até empregada de balcão -, cantou pela primeira vez em público em 1935, numa festa de beneficência, acompanhada por um tio.Ainda como fadista amadora chegou a usar o nome de Amália Rebordão, apelido que aproveitou de um dos seus irmãos, na altura um pugilista relativamente conhecido. Como profissional, estreou-se em 1939 no Retiro da Severa. Logo no ano seguinte atuou em Madrid, dando início a uma carreira nacional e internacional jamais igualada por qualquer outro artista português. Ainda em 1940, estreou-se como atriz no palco do Teatro Maria Vitória, como atração convidada, na revista Ora Vai Tu!, seguindo-se, nos anos seguintes, muitas outras participações em peças revisteiras (Espera de Toiros, Essa é que é Essa, Boa Nova, entre outras), operetas (Rosa Cantadeira, A Senhora da Atalaia e Mouraria, por exemplo) e teatro declamado (A Severa, 1955). Em 1944, viajou pela primeira vez para o Brasil onde o sucesso obtido foi tão grande que acabaria por lá permanecer mais tempo do que o previsto e por lá voltar muitas mais vezes. 

Capas Negras, um dos maiores êxitos de sempre no cinema português, realizado em 1946 por Armando de Miranda, viria a ser a rampa de lançamento de Amália na sétima arte. Outros filmes se seguiriam como Fado - História de Uma Cantadeira, 1947; Sol e Toiros, 1949; Os Amantes do Tejo, 1954; Sangue Toureiro, 1958; As Ilhas Encantadas, 1964; e Fado Corrido, 1964.
Cantou pela primeira vez no Olympia de Paris, em 1956, numa festa de despedida de Josephine Baker, mas só no ano seguinte atuaria nesse palco como artista principal e absoluta.
A sua voz poderosa e expressiva fez-se ouvir e aplaudir em quase todo o Mundo. Amália Rodrigues tornou-se a grande divulgadora do fado além-fronteiras e é reconhecida como a maior intérprete da já longa tradição desse tipo de música.
Tendo gravado pela primeira vez em Portugal para a editora Melodia, seria a Valentim de Carvalho que, a partir de 1952, ficaria estreitamente ligada à discografia da cantora. Entre os seus fados de maior êxito encontram-se "O fado do ciúme", "Estranha forma de vida", "Povo que lavas no rio", "Lavava no rio, lavava", "Lágrima", "Ai, Mouraria", "Fado português", "Barco negro", "Casa portuguesa", "Vou dar de beber à dor", "Meia-Noite", "Casa da Mariquinhas", "Uma guitarra", "Erros meus" e "Foi Deus". Muitos dos seus fados contaram com o trabalho de excelentes letristas, entre os quais alguns dos mais destacados poetas portugueses contemporâneos, como José Régio, David Mourão-Ferreira, Alexandre O'Neill, Ary dos Santos, Manuel Alegre e José Afonso.Foram inúmeros os concertos que deu ao longo de toda a sua vida artística e foram também várias as situações em que foi venerada, como as que aconteceram no grande espetáculo de homenagem do Coliseu dos Recreios de Lisboa, onde recebeu a Grã-Cruz da Ordem de Santiago e Espada (1990); na cerimónia em que François Miterrand, Presidente da República de França, lhe concedeu a Legião de Honra (1991); e no espetáculo da Gare Marítima de Alcântara, exibido em direto pela Radiotelevisão Portuguesa (1995). A RTP transmitiu também, em 1995, a série documental "Amália - Uma Estranha Forma de Vida", de Bruno de Almeida, que incluía imagens de arquivo, muitas delas inéditas.
Amália Rodrigues atuou em público pela última vez no Coliseu dos Recreios, num espetáculo integrado na programação de "Lisboa 94 - Capital Europeia da Cultura". Pouco antes da sua morte, Segredo - um álbum editado pela EMI-VC, em 1997, com um conjunto de gravações inéditas da fadista realizadas entre 1965 e 1975 - foi galardoado com um disco de platina.
A 8 de julho de 2001, numa última homenagem prestada a Amália Rodrigues, o seu corpo foi trasladado para a Sala dos Escritores (agora Sala da Língua Portuguesa), no Panteão Nacional.